
The World's Greatest Unsolved Mysteries by
Lionel and Patricia Fanthorpe |
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Em 10 de março de 1924, em Glozel - um vilarejo de 4 casas, a cerca de 20
km ao sul de Vichy, França - o jovem Émile Fradin e seu avô Claude encontraram
ladrilhos, tábuas gravadas, dois trinetes, dois pequenos machados e dois calhaus com
inscrições |
Tais artefatos logo atraíram a curiosidade
da Sociedade de Emulação que os estudou, confirmou a sua veracidade e logo depois os
desacreditou, processando inclusive os Fradin pela "fraude".
Mas que descoberta tão controversa foi
essa?
Em Glozel foram encontrados uma biblioteca neolítica com mais de cem tábuas, com
caracteres alfabéticos - o primeiro alfabeto conhecido. Utensílios de pedra fendida,
maravilhosos calhaus gravados e artigos de olaria absolutamente únicos. Só isso já
causaria uma revolução na nossa história na medida em que esse alfabeto data de mais ou
menos 7 000 A.C., ( o "início da história" - coincidente com o início da
escrita - foi datado em 3 000 A.C...!?).
Esses signos alfabéticos que estavam nas tábuas e nas peças de olaria provam
indiscutivelmente que eles conheciam, além da escrita, a moldagem e a escultura. O
conhecimento dessas artes superiores supõe, a priori, conhecimentos subalternos como a
alvenaria, a marcenaria a carpintaria, as ferragens e, naturalmente, o conhecimento do
ferro. Evidentemente não se encontra metal pré-histórico, ou histórico, se formos
considerar Glozel como seu marco inicial, pela simples razão de um instrumento de ferro
não pode se conservar por senão 1000 anos...
Mas um fator se mantém: as tábuas encontradas foram feitas a temperaturas superiores a
600 graus centígrados, algo considerado impossível para a época. Portanto, os homens
não poderiam inventar a escrita sem conhecer antecipadamente a fusão dos metais.
Foram encontrados também utensílios de sílex, usados no período neolítico, no
entanto, é curioso notar que o seu uso é excludente ao ferro, mostrando que a tecnologia
da metalurgia era exclusividade de uma casta superior dessa sociedade que ainda adorava A
Deusa Mãe, o primeiro ser celestial de todas as culturas, mas era tecnologicamente
avançada. Essa exclusividade explica a não proliferação do ferro naquele região, como
aconteceu em Tiahuanaco, na Bolívia. Mas o que pode realmente ter acontecido com os
homens de Tiahuanaco e de Glozel, é que eles se viam impotentes para transmitir os seus
conhecimentos à massa humana, da mesma forma que os nossos físicos e biólogos, caso
ensinassem os Zulus ou os Papuas.
Assim, surge uma pergunta sem resposta, ainda:
...de onde teria surgido esse conhecimento tão incomum para a época? Os conhecimentos
superiores seriam um legado de civilizações terrestres muito antigas ou teriam uma
origem extraterrestre? Ou será que as próprias civilizações terrestres seriam o legado
de civilizações alienígenas? |
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